quarta-feira, 15 de novembro de 2017

OS IRMÃOS KARAMÁZOV

   Já falei em outra oportunidade sobre Dostoiévski, procure ler em artigos anteriores. De fato, foi um dos maiores escritores russos. Um dos grandes que a História nos legou.
   Os irmãos Karamázov foi o último livro escrito por Dostoiévski, na segunda metade do século XIX. A sua obra prima.
   O livro nos fala de uma família um tanto estranha, controvertida, cheia de encontros e desencontros. O patriarca da família é Fiódor Karamázov, um"bon  vivant", alguém que adora os prazeres da existência. Um ser absolutamente devotado a "bagaceira" , por assim dizer, um indivíduo voltado somente para si. 
    Os filhos deste vivant, são três ( quatro)???? Temos o Dimitri Karamázovi, o mais velho, filho de uma das esposas de Fiódor. Aliás, alguém que não se dá muito bem com s seu pai. Dimitri não chega a ser como o seu genitor, porém, tem um pouco dele. Gosta da vida e de tudo o que ela lhe oferece. Gosta de mulheres, aliás uma das mulheres por que se envolve é uma amante do seu pai, a saber, Gruchka. Os dois chegam a brigar, por causa dela.
     O segundo filho é o Ivan Karamázov, irei me deter sobre ele brevemente, no próximo artigo, é, a meu ver, um dos personagens centrais deste livro absolutamente fantástico do Dostoiévski,
     Para pensar, 
     Prof. José Costa,

sábado, 28 de outubro de 2017

HAMLET ( PARTE IV), A MORTE DE OFÉLIA.

  Sabendo da morte de Polônio, Hamlet ficou abalado, porém não desiste do seu intento de matar o rei. Ora, o espectro do seu pai assassinado sempre aparecia a ele, incentivando-o a não "fugir da raia" , por assim dizer.
  Evidentemente, Cláudio também soube do assassinato de Polônio, e no pretexto de proteger Hamlet o convenceu a ir para à Inglaterra em um navio, guardado por alguns cortesões que levavam uma carta de recomendação para que ao chegar no seu destino, ao ser lida, deveria ser interpretada no sentido de matar Hamlet. 
 Partido o navio para o seu destino, um grupo de piratas o assaltou.  O jovem príncipe defendeu bravamente o seu navio e, curiosamente, os piratas levaram ele de volta ao seu reino, esperando com isso receber favores futuros.
   Tristeza. Pura tristeza acontece. Uma tragédia havia acontecido e afetou a alma do jovem ainda mais. A existência tem dessas coisas, ela é cruel muitas vezes. Ele dá "de cara" com um funeral. Era a jovem Ofélia que tinha enlouquecido quando soube da morte do pai e morreu ao cair de um salgueiro. Mas Hamlet ainda não sabe que é sua amada que se encontra no caixão.
   Falando de Shakespeare ,
   e da alma humana e seus desencontros,
   Para pensar,
   Prof. José Costa.

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

HAMLET ( PARTE 3)

  Quando Hamlet ouviu o espectro do seu pai, que depois despareceu, ficou absolutamente indignado com a situação. Guardou segredo. Contou apenas a Horácio o acontecido. Marcelo também ficou ciente.
    Para que ninguém desconfiasse, fingiu - se de doido. Ao ficar sabendo, sua genitora imaginou que era por causa de Ofélia, a filha de Polônio, ministro do rei. Será que teria enlouquecido por causa da sua paixão por ela? Quem sabe.
   Neste ínterim, chegou ao palácio certos comediantes a quem Hamlet tanto apreciava. Convence-os a fazer uma interpretação teatral na qual um determinado Luciano deveria matar um rei e toma-lhe o trono. Ademais, casaria também com sua mulher. A peça foi encenada na presença do rei e o mesmo ficou desconcertado. Hamlet não tinha mais dúvida. Ele de fato seria o assassino.
     Ao perceber o embaraço, a rainha chamou seu filho para uma conversa, todavia, o astuciosos rei pediu a Polônio o pai de Ofélia, a quem Hamlet tanto amava, que ficasse atrás da cortina para ouvir o colóquio. Tragicamente, Hamlet lançou a espada sobre ele, depois de uma conversa acalorada com a sua mãe. Polônio estava morto. Hamlet pensou que se tratava de Cláudio, que teria se escondido. Ledo engano.
Continua....
Para pensar, 
Prof. José Costa.

domingo, 1 de outubro de 2017

HAMLET , PARTE DOIS ( SHAKESPEARE)

   Hamlet montou guarda com Horácio e Marcelo. Certa noite, o fantasma lhe aparece e dá um sinal para que se afastasse. A despeito dos conselhos dos seus amigos, que queriam persuadi - lo a não segui-lo, pois poderia ser um espírito ruim, nada adiantou os conselhos, ele estava determinado.
   O espírito revelou-se como Hamlet, seu pai e rei. Falou também como o seu tio Claúdio ( o tio do Hamlet filho), tinha inoculado um veneno nele enquanto dormia no jardim, a fim de tomar o seu lugar no reino e também ficar com sua mulher ( a rainha Gertrude). Agora era a hora da vingança. No entanto, esta vingança não poderia jamais acometer a rainha. Dito isto, ele desapareceu diante dele. Hamlet ficou abismado e cheio de ira. Suas desconfianças estavam comprovadas como verdadeiras, restava agora elaborar o plano que iria ter por base o olho por olho.
    Continuaaaaaa
    Para pensar,
    Falando de Shakespeare e da alma humana,
    Prof. José Costa.

quinta-feira, 28 de setembro de 2017

HAMLET (SHAKESPEARE)

   A rainha Gertrude, da Dinamarca, após ter ficado viúva, casou-se novamente com o seu cunhado Cláudio, cerca de 60 dias após a morte do marido, Hamlet, o rei dinamarquês.
 Acontece que seu filho, que também se chamava Hamlet, não gostou muito da ideia, pois seu tio era de um caráter, por assim dizer, duvidoso. Aliás, Hamlet, o filho de Gertrude e príncipe da Dinamarca, tinha sérias desconfianças de que seu tio poderia está envolvido na morte de seu pai, o rei Hamlet.
  Envolvido em profunda tristeza, não conseguia entender como a sua mãe poderia ter se juntado a alguém tão pérfido e de índole não muito certa. O  perdeu o gosto pela vida, andava de luto e não podia ver mais beleza nas flores do jardim da sua morada esplêndida. Não largou o luto. Tamanha era a sua decepção. 
   Será que a própria rainha estava envolvida na morte do esposo?
   Será?
  Chegou aos ouvidos do príncipe, a notícia de que um espectro havia aparecido na esplanada do palácio. Parecia, e muito com o rei. Horácio e Marcelo tinham visto ele. Será que era o rei? Queria dizer alguma coisa?
   Continua..
   Para pensar,
   Prof. José Costa.

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

KAFKA (METAMORFOSE)

     Franz Kafka foi um dos grandes do século XX. Nasceu em 1852, em Praga, na época pertencente ao Império Austro - Húngaro, Império este que se fragmentou após a I Guerra Mundial.
  É considerado o poeta da penumbra, da existencialidade. Do significado da existência. Escreve em alemão. Tem profunda reverência pelos judeus e por sua dedicação. Kafka escreveu a METAMORFOSE em 1912 , uma obra extraordinária que é a sua obra mais conhecida na atualidade.
   Certa manhã, um caixeiro - viajante acorda sentindo-se estranho, algo teria acontecido com ele, seria um sonho? o que houve? que sensação é esta? Pernas finíssimas, peso no corpo.
     Continua...
      Prof. José Costa.
        

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