sábado, 3 de agosto de 2013

TIBÉRIO CLÁUDIO NERO CÉSAR

   Após a morte de Augusto ( 14 d. C.), seu filho adotivo, Tibério, assumiu o trono de Roma. Era filho de Lívia, esposa de Augusto.
   Foi o segundo imperador do império romano. O terceiro César. Lembrando que Júlio César não foi imperador, foi ditador vitalício.
   Tibério César, diferente de Augusto, diminuiu os gastos com os gladiadores. Curiosamente, também tinha medo de trovão, semelhante ao seu padrasto. O imperador não tinha boas relações com os seus filhos, e quando eles morreram, pouco lamentou. A história diz que ele cegou a sua nora permitindo que um soldado lhe desse uma chicotada.
   Uma frase foi atribuída a este Imperador, a saber, "um bom pastor tosquia as suas ovelhas, mas, não as acachapa." Não foi um  surtado como seu sobrinho Calígula, porém, quando morreu não deixou saudades entre o povo. À semelhança do espírito romano da época, era voluptuoso. Foi na época de Tibério que Jesus foi crucificado. Tiberíades foi uma cidade erguida em sua homenagem.
       Prof. José Costa.

OTÁVIO AUGUSTO

      Otávio era de família argentária. Seu pai também chamava-se Otávio e era de uma família tradicional romana. Em uma palavra, fazia parte da elite. Ele foi, de fato, o primeiro Imperador romano. Governou Roma de 27 a.C. até 14 d. C. Seu reinado foi pacífico.
        Segundo Suetônio, seu biógrafo, tinha problemas para dormir, a tal ponto de dormir nas liteiras imperiais. Possuía um grande medo de trovão. Ao avistar um anão, dizia que era um mau presságio. Não possuía uma boa saúde. Tinha problemas nos rins. Claudicava com uma das pernas. Sua pele era manchada e seu olho esquerdo escureceu ao ficar velho. Casou-se com Lívia.
      No seu governo, investiu nas lutas de gladiadores e pugilato. A expressão pão e circo vem da sua época. Quando certo governante quer distrair o povo, diz-se que é política de pão e circo, o que com efeito, é realizado por vários líderes políticos para distrair a massa.
     Investiu nas artes. Seu amigo Caio Mecenas era o mediador do investimento. No renascimento, Mecenas era um investidor das artes, nome que tem origem com base nesta época. Tibério era seu afilhado. Foi o próximo Imperador. Foi na época de Otávio que Jesus nasceu. Augusto foi um título que lhe foi dado, significa "o glorificado".
            Prof. José Costa.

JÚLIO CÉSAR. PARTE 2

   César sofria de epilepsia. Apesar de ter uma saúde invejável. Segundo o seu biógrafo Suetônio, historiador romano do primeiro século, ele tinha um porte físico invejável. Era alto e forte, além disso, possuía um cuidado com o corpo bastante elevado.
     Júlio César não foi Imperador. Ele foi agraciado com o título de ditador vitalício. Segundo nos conta a história, ele era bastante severo com os seus serviçais. Teria aprisionado um certo cozinheiro porque não serviu os convivas como devia ( possivelmente um padeiro).
    César era conhecido por alguns como o calvo adúltero. Tinha uma vida devassa, licenciosa, voluptuosa. Teve um filho com Cleópatra, Cesário, que parecia muito com ele.
      Ele tomou medidas que favoreciam o povo ( sabia agradar para ganhar vantagem). Entre estas medidas, ele caçava mandatos de senadores corruptos, peculatários, além disso, costumava distribuir trigo ao povo.
      Prof. José Costa.

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

JÚLIO CÉSAR.

  Seu nome era Caio Júlio César. Nasceu em 100 a.C. e faleceu em 44 a.C. Foi um general romano de destaque.
  Quando tinha dezesseis anos, Júlio César ficou órfão de pai, pouco tempo depois, casou - se com Cornélia e teve uma filha chamada Júlia. A sua próxima esposa seria Pompeia. O historiador Suetônio nos diz que esta sua esposa ( Pompeia) o traiu. Um jovem patrício chamado Clódio teria se vestido de mulher e entrado na casa do romano. Diante desta situação vexatória Júlio César divorciou - se.
  César, certo dia, visitando a Gália, ficou fascinado com uma imagem de Alexandre o Grande. A história nos diz que ele ficou decepcionado consigo mesmo pelo fato de não ter conquistado nada, ainda. Lembrou -se também que sonhara com a sua mãe. No sonho, ele a estuprava. Um oráculo falou-lhe que ele conquistaria terras. A mãe, no sonho, simbolizava as suas conquistas. César saiu feliz e cheio de vontade de poder. Tornou - se edil ( reparador de monumentos públicos), pretor, etc. posteriormente, realiza grandes conquistas.
    Prof. José Costa.

O PARADOXO E A INFINITUDE

   Falar de infinito é deveras difícil, pois, a infinitude não pode ser dissecada. Podemos dizer que infinito é a extensão ilimitada. Ora, na Idade Moderna, o universo era concebido como um todo fixo. Com a chegada do pós - modernismo, esta ideia deixa de existir. O conceito de finitude e fixidez entra em colapso. É o relativismo. O universo não é fixo, é instável. A física quântica propõe o conceito de relatividade do tempo e do espaço.
  Ora, se falar de infinitude temporal é deveras difícil, imagine discorrer sobre o TOTALMENTE OUTRO? É tarefa metafísica.
  Deus fala a mente finita pelo paradoxo. Não porque exista limitação na divindade, mas, é porque existe limitação na criatura para compreender a linguagem divina. O paradoxo é parte da revelação divina. Quem não entende isto, não entendeu ainda nada.
    Para pensar,
    Prof. José Costa.

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

ADÃO, EVA E O PUDOR.

  Uma análise psicológica do capítulo três do Gênesis é necessária. Com a ação do primeiro casal algumas coisas acontecem.
   Em primeiro lugar ocorre o que podemos chamar de "SER COMO DEUS". Na sua presunção de tornar-se semelhante a Deus, conhecedor do bem e do mal, ocorre a troca da humildade que reconhece a imagem de Deus, pela a ação de tornar-se a si mesmo a sua referência. É a hybris.
   O pudor vem em seguida. Ele é caracterizado como a nostalgia de ter que tentar cobrir a sua vergonha. Vergonha de ter que viver com o fato de ter desobedecido. Pudor é vergonha. É dor. 
 Surge a ambivalência interior. É o desencontro. O conhecimento do bem e do mal é pressuposto. É parcial. O bem pode ser relativizado. O mal também. Num mundo caído, a existência é paradoxal.
    Prof. José Costa.

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