sábado, 6 de abril de 2013

O LIVRO DO GÊNESIS

  Conforme o nome do livro sugere, Gênesis é o livro dos começos. Começo da criação, começo da vida em todas as suas formas. Não é objetivo do autor escrever cientificamente, o livro revela o começo de forma simples e inteligível ao entendimento humano.
   A criação é mostrada como um ato livre de Deus, ou seja, um ato não necessário do Criador. A palavra criadora é ativa e dinâmica : "haja luz".
   A queda também é mostrada no livro. O ser humano passa da essência para a existência e se coloca em uma condição ambígua e desencontrada. No entanto, o livro mostra que a "semente da mulher" já está prometida como solução da "irracionalidade humana".
  A História dos hebreus começa sendo mostrada através do aparecimento de Abraão, o pai da fé. Isaque, Jacó e José são outros personagens do livro. A providência divina é mostrada.
   O livro termina com a morte de José e os filhos de Israel no Egito. É uma transição para o próximo livro : O ÊXODO.
      Prof. José Costa.

sábado, 30 de março de 2013

I GUERRA MUNDIAL ( 1914 - 1918)

   Para uma maior compreensão sobre a I Guerra Mundial, é necessário estudar o contexto no qual ela foi inserida. No século XIX, reinava o imperialismo econômico, ou seja, uma política de expansão das nações europeias sobre nações africanas. Alemanha, Itália, França, Portugal, Bélgica, Reino Unido, entre outras, corriam em direção ao continente africano em busca de mercado consumidor e matéria - prima. A África surgia como um continente que servia de base para o enriquecimento das nações industrializadas.
      Em 1914, a Alemanha produzia mais ferro do que a França e a Inglaterra,surge, portanto, como uma potencial rival econômica pra estes dois países. Existia uma política de alianças. De um lado a TRÍPLICE ENTENTE, englobando Inglaterra, França e Rússia. Por outro lado, Havia a  TRÍPLICE ALIANÇA, que envolvia a Alemanha, Império Austro - Húngaro e Itália.
     A CORRIDA ARMAMENTISTA também aparece como um dos fatores da I Guerra, pois, os países estavam se armando "até os dentes". Pela primeira vez na História é usado o tanque, aviões e gases letais em uma guerra. Haja vista o gás mostarda e o gás cloro.
      A guerra ia durar por cerca de 4 anos e deixaria um saldo de 10 milhões de mortos e 20 milhões de feridos.
            Prof. José Costa.

sexta-feira, 29 de março de 2013

EXISTENCIALISMO, CULPA, ANGÚSTIA DE SER E ALIENAÇÃO

     O relato bíblico da queda é mostrado no livro do Gênesis. Neste relato, o ser humano aparece como desobedecendo ao criador, e, consequentemente, expulso do paraíso. 
     A humanidade está na condição de alienação. Ela está inserida em um campo de existência caracterizado por angústia, espinhos, abrolhos, desencontros e ambiguidades. Na desobediência, houve passagem da condição de essência ( santidade), para o domínio da existência ( alienação). Foi dado o salto da irracionalidade, disse Soren Kierkegaard.
      Nesta condição é necessário o surgimento do NOVO SER, que veio na plenitude dos tempos. Este NOVO SER, é capaz de superar a alienação entre O CRIADOR E A CRIATURA. Surge o salto da fé. A morte morre e a esperança revive. Na condição de existência ambígua existe solução, pois, o NOVO SER veio morar entre nós e conceder restauração. Está superada NELE a alienação. Está consumado. O caminho foi reaberto. O NOVO SER ( O VERBO), cumpriu a lei. Está feito. É só seguir em paz.
         Para pensar, 
         Prof. José Costa.

DEUS E AS PROVAS DA SUA EXISTÊNCIA. É POSSÍVEL?

   Certa vez, eu li uma frase de um teólogo católico chamado de Battista mondin. Ele disse basicamente o seguinte:" Não existem provas da existência de Deus, pois, não se prova aquilo que é evidente." Não foi necessariamente nestas palavras, todavia, foi nesse espírito, pois, não possuo mais o livro deste teólogo.
     As chamadas "provas da existência", tem lá o seu valor didático, no entanto, eu concordo com Mondin. Ele foi feliz na sua assertiva. Na verdade, Deus não está nem aí pra que se prove a sua existência. Ele É. A consciência da sua existência deve está enraizada no ser. Na interioridade da alma. Deve está arraigada no âmago da alma. Deus não é objeto da crença humana. Ele deve ser "alvo" da nossa fé, e fé não é crença. Fé é a consciência interior, um dom de Deus. Deus deve ser em nós. Em Jesus, Deus tem cara de homem e o homem tem jeito e coração de Deus. " Quem vê a mim, vê ao pai." Em Jesus Deus se revela ao homem. O Jesus da palavra, e não Jesus criado pela mentalidade adoecida dos homens.
       Para pensar
       Prof. José Costa.

quinta-feira, 28 de março de 2013

O TABERNÁCULO DO DESERTO

   Enquanto o povo de Israel estava no deserto, foram dadas instruções a Moisés para que construíssem um tabernáculo. Basicamente, eram contidos nele alguns objetos considerados sagrados pelos israelitas.
   Na entrada do tabernáculo havia o ALTAR DOS HOLOCAUSTOS, onde eram oferecidos sacrifícios de animais. Após este altar, vinha a bacia de bronze, onde os animais eram lavados antes de serem oferecidos ( sacrificados ). Ficavam na parte externa do tabernáculo, ou seja, no pátio.
    Entrando no tabernáculo, na parte direita de quem adentrava no recinto, estava localizada uma mesa com os pães da proposição ou presença. Em um total de doze, eram trocados todo o sábado pelo sacerdote. Podiam ser comidos por ele ( o sacerdote ). Simbolizava  provisão divina.
     À esquerda, o candelabro, com sete candeeiros, iluminava o santo lugar. Era símbolo da luz da lei. O altar do incenso vinha depois, próximo ao véu do santuário. Símbolo das orações. Após o véu, o santo dos santos, onde estava localizada a arca da aliança contendo uma cópia a lei de Moisés.
              Prof. José Costa.
          

quarta-feira, 27 de março de 2013

A LIBERDADE HUMANA

   O problema da liberdade do ser humano é alvo de intenso debate ao longo da História da Filosofia e da Teologia. Não podemos descerrar todos os mistérios que envolvem tão realidade em poucas linhas. Não tenho esta presunção. No entanto, podemos discorrer um pouco sobre tal temática. Serei sucinto.
  Onde há humanidade há liberdade. Isto é fato. O ser humano é dotado de uma consciência, de uma individualidade. Ele é imagem e semelhança de um Deus que é LIVRE no sentido mais absoluto do termo. No Éden, esta liberdade foi mau usada. Onde existe liberdade existe responsabilidade e decisão. A responsabilidade implica em responder adequadamente uma proposta. A decisão implica rupturas, ações, etc. O ser humano não é absolutamente livre. Está preso ao tempo e ao espaço. Somente Deus é pura liberdade. Deus é o dono do seu próprio destino. A liberdade humana está presa a necessidade e a necessidade não exclui a liberdade. Talvez a frase que mais se aproxime desta verdade tenha sido dita por Soren Kierkegaard : " O homem é uma síntese de liberdade e necessidade ". Talvez a liberdade humana seja um oxímoro. Estamos envoltos em mistério.
      Para pensar,
      Prof. José Costa.

terça-feira, 26 de março de 2013

DIONÍSIO, APOLO, CARNAVAL E QUARESMA

   O carnaval é de origem grega. Ele surgiu na Grécia por volta de 600 a. C. Os gregos, em um determinado período do ano, entregavam-se a esta festa, com toda espécie de orgias e bacanais. O deus grego Dionísio ( Baco ) estava ligado as festividades, pois, era o deus do vinho, das orgias, das farras gregas. Ao contrário de Dionísio, Apolo era o deus da luz, da cura, da racionalidade.
   Passando por Roma, e pela Idade Média, o carnaval chegou até nós. A igreja incorporou alguns elementos paganizados do carnaval, é por isso que após o período de Dionísio ( carnaval ), vem o período da quaresma ( Apolo), período da sobriedade.
   Foi na Idade Média, no século IV d.C. especificamente, que a quaresma surgiu. O termo quaresma significa quarenta, pois, são basicamente quarenta dias de preparação entre o carnaval ( profano) e a páscoa ( sagrado ) Baco e Apolo. 
    O nosso carnaval é mais europeizado, pois, deriva-se de Portugal, onde já havia práticas de banhos e mela - mela, por assim dizer.
     Para Pensar,
     Prof. José Costa.

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O CRISTÃO ARRELIGIOSO E A IGREJA DEBUTE.

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